
Enquanto eu, nunca vi tanta falta de produtividade, aqui, no meu pequenino mundo virtual.
Se é bom ou ruim, nem sei.
Sei que agora a música toca...
"Oô cirandeiro,
ô cirandeiro ó.
A pedra do teu anel,
brilha mais do que o Sol!"
E eu me recordo da roda: ciranda feita, como presente, em forma de movimento.
Isto é para ser ambíguo.
A ciranda existiu como forma, um dia, que choveu e logo depois o Sol saiu.
E a ciranda (a outra) acaba de ser lida, como forma de chuva de rosas, aquela sensação já antiga, que chega sem dar aviso, e deixa marcas, com pétalas sobre a pele.
A ciranda sim é bom.
Bom sentir o que é pra sentir.
Bom ser o que está sendo.
E bom às vezes registrar, para algum eterno, longe do fim.
(não, não quero falar agora sobre efemeridades, morte, e que a gente é feito pra acabar. juro que não quero.Xiu... não quero não.)